
E ao final, "Que venha 2011 e que “Peregrino" se torne uma realidade não só para mim..."
É interessante ver tudo que aconteceu esse ano. Hoje posso dizer que Peregrino é uma realidade... e a sensação de se saber isso é indescritível. É maravilhoso perceber como tem sido positiva a aceitação dos leitores.
Se 2010 foi um ano de plantio, a colheita em 2011 foi vasta, tanto no campo pessoal como no literário. Peregrino foi lançado, participei do Concurso de Contos do Rapahel Draccon e meus dois contos ficaram entre os finalistas, fui a minha primeira bienal, fiz grandes amigos e estou prestes a terminar meu segundo livro. No campo pessoal, esse foi um ano de despedidas, começando pela cachorrinha fiel e companheira que foi atropelada, depois foi a hora de meu avô partir e meses depois, minha avó...
Uma criança, que brinda-nos a todos com sua alegria e preenche nossos dias com a infância bem vinda, para nos lembrar que a vida continua e que sonhar é possível.
Boas Festas a todos, obrigado por todo o carinho e que 2012 seja repleto de realizações.
Grande Abraço