terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Aventureiro Canino – Idas e Vindas




            Você ainda está se perguntando o que mais Zébiel ainda vai descobrir? Toda vez que penso nessa história, essa pergunta me vem à cabeça.  Há outras perguntas também, mas eu as compartilharei com vocês no momento apropriado.
Todos os dias antes de ir para a escola, José Gabriel ia até o portão de sua casa com Rex logo atrás. Após fechar o portão e caminhar em direção à parada de ônibus ele olhava para trás e via seu cachorrinho em pé, na cadeira de madeira que ficava na varanda, com as patas dianteiras sobre os braços da cadeira, de forma a conseguir ver acima do muro e observar o menino indo para a escola. Zébiel sempre sorria vendo a cena. Aquecia-lhe o coração e renovava a certeza que os dois tinham uma relação muito especial.
Entretanto, dessa vez foi diferente.
- Você precisa mesmo ir, não vá, não vá! – Rex pulava nas pernas de Gabriel.
- Então era isso que você queria me dizer todos os dias?
- Não gosto quando você vai embora. Eu sinto a sua falta... – o cachorrinho fez uma cara triste, sentando no chão.
Zébiel ajoelhou-se no chão e afagou o amigo atrás das orelhas.
- Eu preciso ir, mas eu volto.
- Você volta?! ­Rex pousou as patas sobre o antebraço de Zébiel, balançando o rabo
- Volto, amigão.
Gabriel fechou o portão e começou a descer a rua. Resolveu olhar para trás, como havia feito tantas vezes. Rex estava na cadeira. Mas não estava empertigado sobre os braços da mobília. Estava deitado, olhando para o menino. O cachorrinho estava calmo com a saída do amigo, pela primeira vez.
Pois alguma coisa havia mudado.
Ele sabia que Zébiel partia, mas que ia voltar.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Aventureiro Canino – um herói, a heroína


Aventureiro Canino – um herói, a heroína.




- Gabriel, Gabri-ééél! – A mãe de Zébiel o chamou. Ele mastigava seu pão de forma desinteressada, alheio a tudo a sua volta.
- Oi? – Respondeu voltando de sua longa viagem pensativa.
- Biel, o que está acontecendo com você hoje?
- Co-comigo? – Zébiel sentiu o rosto corar.
Pelo visto você deve estar tão curioso quanto eu em saber como Zébiel vai lidar com essa novidade. Como iria dizer para os pais o que estava acontecendo? Ele tinha certeza que iriam rir e dizer que criança tinha muita criatividade. E, convenhamos, é verdade! Criança, realmente, tem muita criatividade. Mas, agora era diferente, com certeza!
E era muita coisa para uma cabecinha de 9 anos lidar sozinha. Não sei se vocês sabem, mas os adultos dizem que tem uma fase muito complicada nas nossas vidas chamada de puberdade. É difícil para os adolescentes e muito difícil para os pais. Dizem que essa fase é difícil, pois há muitas mudanças que acontecem de forma muito rápida e é meio complicado lidar com isso tudo.
Mas imagine ter que lidar ser mordido por uma pulga radioativa e, de uma hora para outra, começar a ouvir os pensamentos do seu cachorro. Não é fácil.
- Sim, meu filho, estou falando com você. Por acaso tem outra pessoa aqui olhando para o pão por mais de dez minutos? – Olhou para o pão como se finalmente percebesse a presença do alimento.
- Nada não, mãe. É que estou muito cansado – respondeu, arqueando os ombros, com aquele jeito manhoso que criança faz na presença da mãe – acho que é melhor não ir para escola hoje.
- Nada disso! Você sabe o que seu pai sempre diz.
- Sei – Zébiel entortou a boca com chateação, respondendo com voz melosa – Que minha obrigação é estudar... Mas, mãe, estudar é muito chato e hoje eu não estou me sentindo bem.
- O que você está sentindo? – ela perguntou aflita, correndo para perto dele e já pondo a mão na testa para sentir a temperatura.
- Eu conheço esse jeito dela, eu conheço. Ela está com aquele cheiro diferente, quando começa a suar muito. Sim, ela vai entupir você com aqueles líquidos de cheiro estranho e que você detesta. Como você chama mesmo? Repédio... não verdio... não... hum, já sei, remédio –Rex empurrou a cabeça contra a perna de José Gabriel para chamar sua atenção.
Zébiel ainda não havia se acostumado com a idéia de ouvir seu cachorro. Para falar a verdade, eu acho que nunca me acostumaria. Sabe-se lá o que se passa na cabeça se um cachorrinho. As vezes já é de enlouquecer ouvi-los latir sem parar, imagine passar a ouvir o que eles pensam também. De qualquer forma, dessa vez, pela primeira vez Gabriel começou a achar interessante. Rex estava certo! A mãe havia entrado no modo mãe-superprotetora-louca que não deixaria ele em paz. Faria um milhão de perguntas e ele teria que tomar mil remédios de gosto ruins.
- É que eu dormi mal – mentiu de forma inocente.
- Como assim? Teve algum pesadelo? Diz para mamãe – Envolveu o menino num abraço forte.
- Não, mãe! – Ele a afastou resoluto. Não gostava que ela o tratasse feito criança. Só quando ele se sentia muito criança – Nada não. Tenho que ir para a escola, senão vou chegar atrasado.
- Mas você não estava se sentindo mal?
- Já passou...
- Estava só querendo um carinho da mamãe, não é? – Ela sorriu e deu um beijo na bochecha dele.
- Para de me tratar feito criança, mãe. Eu já sou um rapaz – Esfregou a bochecha.
- Eu conheço esse cheiro! Ela está feliz, está sim! Igual aquele dia que você disse que o bolo que ela fez estava uma delícia. Mas estava ruim, muito ruim. O cheiro era ruim. E o gosto, não tive coragem canina o suficiente para provar. Ah, mas ela estava feliz, estava sim. Parece que as mães ficam felizes quando os filhos dizem que gostam do que elas fazem. Mas eu não entendo. Por que ela está feliz agora?
- Eu não sei – Zébiel pensou em resposta.
- Mãe, você está feliz? – perguntou inseguro.
- Sim, meu filho – respondeu sorrindo.
- Por que?
- Fico feliz de ver que você está crescendo.
Gabriel não entendeu bem a resposta. Afinal, ele sempre ouviu que estava crescendo. Se ele sempre crescia era para ela estar sempre feliz. E não era bem assim. Havia vezes que ela ficava bem brava. Até mais que o pai dele. E o pai quando ficava bravo era muito bravo!
Mas, o mais importante é que ele percebeu que Rex sabia de coisas que jamais imaginou que seu cachorrinho soubesse. Parecia que tinha um nariz mágico, com poderes que ele não conhecia. Se sentiu como se fosse um super-herói. O que mais eles ainda iriam descobrir?


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020


Aventureiro Canino – Mudanças



   Você deve estar pensando: pobre pulguinha! Eu gostava dela... Tenho que confessar que, apesar do nosso contato breve, eu também gostava dela e sentirei saudades de seus pulinhos serelepes. Mas, confie em mim, ela está feliz no paraíso das pulguinhas. E, apesar do pouco tempo conosco, acredite, ela foi muito importante. Sem ela, não haveria o aventureiro canino e, muito menos, essa história. Então, não estaríamos aqui conversando agora.
Bem, você também deve estar se perguntando: quem era aquele menino? O que aconteceu com ele?
Ele se chamava José Gabriel, mas os coleguinhas o chamavam de Zébiel. Era uma criança muito alegre, curiosa e cheia de animação e vivia para cima e para baixo com seu fiel amigo Rex, um vira-latas fujão.
Cacareco, o galo velho da vizinhança, já cantava anunciando que o dia estava começando. Então, era hora de José Gabriel deixar de moleza e se arrumar para ir à escola. Ele estava se remexendo na cama, cheio de preguiça e de repente abriu os olhos assustado.
- Será que ele acordou? Acho-que-ele-já-acordou. Ele se mexeu. – Gabriel ouviu uma voz estranha e fechou os olhos novamente.
Quem estaria no quarto dele? Você deve concordar comigo, que, por mais que você já tenha crescido e não seja mais um bebezinho, que é de dar medo acordar com uma voz estranha, dentro do seu quarto. E olhe que Zébiel já tinha 9 anos!
Ele resolveu abrir só um pouquitinho dos olhos, mais fechados que abertos, para ver se descobria de quem era a voz. Mas, você sabe o que acontece quando se dorme muito, não é? Com os olhos cheios de remela (eca) ele não conseguia enxergar direito. Teve que arriscar e abrir os olhos completamente.
Mas não tinha ninguém no quarto. Só o Rex balançando o rabo, animado. Para falar a verdade, dizer que ele balançava o rabo não era bem a verdade. Seu entusiasmo era tão grande, que mais parecia estar dançando, remexendo o rabo e o bumbum vigorosamente.
- Ele acordou! – José Gabriel ouviu a voz novamente – Oh, puxa! Ele acordou! Ele acordou!
Zébiel esfregou os olhos? Quem estaria falando? Só havia ali ele e... o Rex!!!
Seria possível?
- Rex?
- Ele está falado comigo! Ele está falando comigo!
- Rex, você está falando? Eu não acredito!
- Eu sempre falei. Mas você não entendia. Oh puxa! Ele acordou, e agora me ENTENDE!!!!!
O que você faria se de repente começasse a ouvir o seu cachorro? Isso é algo que eu nunca me perguntei. Quanto a Rex a única coisa que ele fez foi se balançar ainda mais. O rabo chicoteando como nunca antes. Não poderia ser diferente. Imagine se você fosse um cachorrinho latidor que ninguém entende o que você fala e, de repente, o seu grande amigo começasse a entender o que você diz? É o maior dos presentes, melhor até que um grande osso para mastigar.
E quanto ao José Gabriel? Como será que ele vai lidar com essa novidade? Estou ansioso pela continuação dessa história.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Aventureiro Canino – Origem

Já algum tempo que tenho vontade de criar uma historinha com os meus filhos. Hoje, finalmente conseguimos colocar esse "projeto" em prática. Se será durável, só o tempo dirá. De qualquer forma, esse será um momento especial. Um momento nosso.

Essa historinha estou construindo com meu caçula. Uma criança muito alegre, curiosa e cheia de animação. Fã de vídeos de YouTubers como Luccas Neto e personagens como Ben10 e Homem-Aranha.

Resolvemos criar a história do Aventureiro Canino. Essa é a sua Origem.



Aventureiro Canino – Origem

               Essa história não começa como as outras. Não há um era uma vez. Ela começa aos pulos de uma pulga fugitiva. Você poderia se perguntar... de onde essa pulguinha fugia? Seria de algum cachorro pulguento com superpopulação?
               Não, esse não era o caso. Na verdade, ela fugia de um laboratório secreto, onde ela era vítima de experiências malucas cheias de raios e substâncias esquisitas de algum cientista malvado.
               Então, foi pulos para que lhes quero! Após ser bombardeada pelo ultrassecreto raios LC e ficar desacordada, a pulguinha aproveitou que o frasco que estava aprisionada ficou aberto e saiu pulando feito louca. Em um pulo atrás de outro, pulando para a liberdade!
E assim conseguiu fugir do laboratório. Até que, cansada e com fome, encontrou um cachorro dormindo na rua. A pulguinha foi pulando toda animada para sua nova morada-jantar.
Faminta e afoita, mordeu o animalzinho até deixa-lo bem fraquinho. Mas ela não estava satisfeita. Sentia-se estranha, enjoada e com ainda mais fome. Parecia que morder o cachorrinho não havia lhe feito bem. Resolveu, então, dormir.
Acordou subitamente, sentindo tudo se mover. Uma mão apertava o cachorro e carregava sua nova casa. Inicialmente a pulguinha ficou assustada com aquela mão gigante. Para aonde estaria levando o cachorro? Estaria o levando para um banho? Esse seria o fim dos seus dias de pulga e seus pulos alegres.
Pulgas e banhos não combinam!
Mas a fome voltou novamente ao sentir o cheiro daquela mão por perto. A pulguinha pulou para aquela pele rosada e meteu os dentes com vontade, mordendo sugando e babando tudo.
Parecia que a fome iria finalmente ser saciada, mas um tapa encerrou seu banquete.
Era o fim daquela pulguinha.
Nesse momento, com a pulga indo parar no céu das pulguinhas é que nossa história realmente começa. Aquela pulguinha não era um insetinho qualquer. Tantas experiências a que havia sido submetida a transformaram em uma pulga radioativa. Todos nós conhecemos uma história sobre um garoto que havia sido mordido por uma aranha radioativa, não é?
E o que aconteceria com outro garotinho mordido por uma pulga radioativa que havia acabado de se banquetear de um cachorrinho indefeso?
Isso só saberemos na próxima historia de Aventureiro Canino.

domingo, 2 de abril de 2017

2 de Abril - Dia mundial de Conscientização do Autismo

Boa tarde a todos!

Hoje é 2 de Abril, dia mundial de conscientização do Autismo. O autismo é um transtorno do desenvolvimento e seu tratamento deve ser contínuo, precoce e envolver uma equipe multidisciplinar. Os transtornos do Espectro Autista (TEA) referem-se a prejuízos qualitativos na interação social, associados a comportamentos repetitivos e interesses restritos e pronunciados.

Os sintomas costumam estar presentes antes dos 3 anos de idade, sendo possível fazer o diagnóstico por volta dos 18 meses de idade.

Existem vários tipos de tratamento que podem ser usados para ajudar uma criança com autismo. Independente da linha escolhida, a maioria dos especialistas ressalta que: o tratamento deve começar o mais cedo possível; as terapias devem ser adaptadas às necessidades específicas de cada criança e a eficácia do tratamento deve ser medida com os avanços da criança.

Sabe-se que uma boa intervenção consegue reduzir comportamentos inadequados e minimizar os prejuízos nas áreas do desenvolvimento. Os tratamentos visam tornar os indivíduos mais independentes em todas as suas áreas de atuação, favorecendo uma melhoria na qualidade de vida das pessoas com autismo e suas famílias.

Gostaria de compartilhar com vocês um texto que minha esposa escreveu para o dia de hoje, fruto de nossa vivência com nosso filho mais velho, Heitor, considerado um caso leve, mas que tem exigido de nós muita atenção e dedicação, cujos avanços e descobertas nos fascina dia após dia!
Ter o diagnóstico pode fazer você perder o chão por alguns instantes, mas logo vai ver que seu filho vai passar por tudo que passam as outras crianças... 
Talvez a ida ao cinema, ao teatro ou ao circo não seja tão habitual como para os outros. Aquele ambiente fechado e escuro dificilmente será um ambiente que seu filho fique tranquilo, mas, lugares como a praia, os parques e o zoológico, talvez sejam mais interessantes para que ele fique mais a vontade e curta o passeio sem muitos incômodos...
Com certeza você vai decorar várias falas de desenhos e irá assistí-los dezenas de vezes!
 Talvez ele não traga muitas estórias da escola, mas com certeza você vai se especializar em descobrir como seu filho está se sentindo.
Haverá momentos que você poderá se sentir triste por ver que as crianças muitas vezes não acham tão interessante brincar com seu filho...
E criará brincadeiras por saber que ele irá se interessar e, possivelmente, interagir.
Sua vontade de mudar o mundo vai aumentar gigantescamente! Como preparar seu filho para o mundo, se o mundo não está preparado para recebê-lo?
Tentará descobrir seus interesses e uma maneira pela qual ele possa se envolver, para ajuda-lo a ir mais longe. Bem mais longe! Pois, a cada batalha vencida você se sentirá mais forte e confiante para apoiá-lo nos vôos mais altos...
Sentirá vontade de estudar, ser pedagoga, fonoaudióloga, psicóloga... na ânsia de conseguir ajudar ainda mais seu filho.
Conhecerá outras realidades e se preocupará com todas as outras crianças que não podem ter um tratamento adequado.
Desejará morar em outro país ou outra cidade, querendo que seu filho tenha o melhor tratamento possível.
E por fim, saberá como qualquer mãe ou pai,  que não existe nada melhor no mundo  que um abraço apertado, um beijo, um  xêro na cabeça do seu filho e perceber que ele é feliz do jeito que é!!  #autismo #inclusao

Ilana Queiroz"

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Amazon

Há exatos 5 anos eu lançava meu primeiro livro. Acreditava em um sonho de milhares de livros vendidos, de editoras sérias comprometidas com o crescimento da literatura no país e de viver do oficio de escrever.

Hoje, alguns anos depois, afastado da vida literária até como leitor, tenho sonhos e objetivos diferentes. As leituras foram, temporariamente, substituídas por episódios e mais episódios de Pepa Pig e Patrulha Canina. Os momentos a frente do computador imaginando cavaleiros e duelos foram transformados em vivências em que eu era a fiel montaria a levar o príncipe cansado.

Se a vida literária trouxe frustações e realizações, ser pai de Lucas e Heitor trouxeram uma enxurrada de emoções: felicidade, medo, orgulho, incerteza, irritação, calma.

É indescritível o escrever a página de cada dia desses dois meninos que fizeram as nossas vidas ter um sentido e uma cor diferente.

Há exatos 5 anos eu acreditava no sonho de viver do ofício de escrever. Hoje penso em voltar a escrever. Não agora, não hoje. Mas em algum momento no amanhã. Quando voltar a escrever, não será mais como um ofício. Será como deveria ser: pelo prazer de contar uma história, pelo prazer de ser “ouvido”.

Há alguns anos eu reescrevi Peregrino tentando corrigir os diversos erros ortográficos e de digitação que a editora não teve o trabalho de fazer. Houve pequenos acréscimos à história, no que eu imaginava ser uma possível 2ª edição. Meses depois terminei de escrever o meu segundo livro: Filhos da Intenção. Ambos ficaram guardados todos esses anos.

Tentei publicar através de algumas grandes editoras, em vão.

Resolvi, então, vivenciar o que mais me satisfazia: o prazer de ter a história lida e comentada. Resolvi, então render-me aos e-books e publicar na Amazon. Mas meu maior problema era a capa. Foi então que descobri que a empresa oferecia uma ferramenta de edição para a publicação.

Eu gostei muito do resultado da capa de Peregrino. Para mim ficou melhor que a do livro físico lançado pela multifoco. Algumas pessoas próximas acham o contrário. Se puderem, deixem os comentários sobre a preferência de vocês.

Primeira capa da edição  publicada pela Multifoco

Segunda edição. Edição digital, publicada pela Amazon

Já Os Filhos da Intenção eu não consegui um resultado que me agradasse.
Filhos da Intenção. Edição digital, publicada pela Amazon

 Ambos os livros vocês podem encontrar na Amazon: Peregrino aqui e Filhos da Intenção aqui.
Caso tenham a intenção de ler, dia 20 a 24 de Dezembro os dois livros podem ser adquiridos gratuitamente. Após esse período, passarão a custar R$ 2,00 cada.


Grande Abraço